segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Avaliando Hitman 2 porque nunca joguei o primeiro (HD Pack)

 



A série Hitman. Como não amar um jogo com um protagonista careca, com um código de barras na parte traseira da cabeça, buscando uma forma mirabolante de matar uma pessoa.


É. Uma boa experiência.


Apesar de Hitman 2 ter sido o primeiro jogo da franquia que eu joguei, a primeira vez que tive contato com um dos jogos foi Hitman Blood Money na casa de uns primos. O jogo pode não parecer hoje em dia essas coisas, mas pra mim um jogo que você podia ver um jornal descrevendo como você fez a missão, e dependendo se você foi discreto ou não, acabava tendo uma descrição sua no jornal, parecia o mais ultra mega realista que um jogo poderia chegar.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

O filme de formiga bizarro que assistia na infância

 



Olhem, de tudo que eu já escrevi aqui. Isso é provavelmente o mais fundo que estou chegando. 


Eu pensei "Poxa! Falar sobre uma coisa que não seja vídeo game vai ser legal. Mas do que raios vou comentar? Já sei! Um filme sobre formigas encolhendo um humano para ele no final das contas aprender a ser uma formiga."


Depois de 2 minutos, eu percebi como isso soava retardado, mas como não pensei em outra coisa, aqui estamos.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Sonic 2022: Filme, série e o novo jogo

 


2022 é o mais novo ano que Sonic terá uma chance de voltar a os trilhos. Tendo um novo filme, uma nova série e principalmente um novo jogo.


Finalmente o momento que o Sonic vai colocar o resto dos rivais no seu devido lugar.


Igual a 2017 e que não deu certo... e 2008 que também não deu certo...


Yeah... Bem, como sempre dizem. É tentando que se consegue, e Sonic continua tentando a muito tempo.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Avaliando Space Funeral (PC)

 



Tá, isso é mais um RPG, e eu sei que prometi que seria alguma outra coisa.  Mas me dêem um desconto dessa vez. Prometo que definitivamente o próximo artigo não vai ser RPG. 


Space Funeral é um jogo indie, não pago, que você termina numa tarde. Raios! Eu que geralmente consigo demorar num jogo bem mais do que a média das pessoas consegui.


Ele foi feito no RPG Maker (sempre ele), lá em 2010 por um britânico chamado Stephen Gillmurphy. 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Avaliando Risen (2009 - Xbox 360)

 



Já vai ser a terceira vez seguida que eu avalio um RPG. Prometo que o próximo vai ser alguma coisa diferente.


Os dos artigos anteriores foram de franquias mais conhecidas e bastantes diferentes entre si. Breath of Fire era um JRPG de turno com ideias interessantes, mas ainda não fugia muito do padrão de JRPG's da época. Mass Effect foi um RPG de ação que sacrificava um sistema mais robusto em busca de uma apresentação mais cinematográfica de sua história, sendo um dos pioneiros nessa mudança em RPG's ocidentais.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Opinião sobre a Trilogia Efeito da Massa

 


Só pra deixar claro antes de começar, eu não vou falar sobre a trilogia lançada recentemente pela EA especificamente.


Eu joguei a versão desses jogos no meu Xbox 360 apenas, e não joguei nenhuma das DLC's, tirando aquela que altera levemente o final de Mass Effect 3. 


Minha intenção não é fazer uma avaliação profunda dos jogos, irei dar minha opinião geral de cada jogo e seguir para o próximo.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Avaliando Breath of Fire (SNES)


Mais de 2 anos sem postar nada no Blogger, e a primeira coisa que faço é falar sobre uma franquia de 30 anos que o último lançamento foi um jogo tosco pra celulares.


É com certeza um bom início.


Como um bando de gente deve saber, Breath of Fire é uma franquia de RPG da Capcom, lá da década de 90, que apesar de não ter a legião de fãs, como franquias como Final Fantasy, ainda possui uma boa dose de seguidores.

sábado, 31 de agosto de 2019

Vamos afundar em Mineirinho Ultra Adventures

O artigo original deu problemas maiores do que eu pude imaginar, então pelo bem do blog, eu o excluí.




Quando maravilhas ocorrem, nós nunca estamos preparados.

E Mineirinho Ultra Adventures é uma dessas maravilhas.

Nunca se deve ser esquecido das várias mentiras e narrativas estúpidas sem qualquer validade contra esse belo jogo quando ele viralizou na internet lá em 2017, impressionando a todos com seus gráficos e gameplay revolucionários que revitalizaram por completo aquele desejo contido em todos os indivíduos de rever os velhos clássicos como: Banjo-Kazooei, Mario 64, Gex, Conker's Bad Fur Day, etc... Os fazendo recuperar os seus lugares no topo, substituindo todas essas porcarias modernas com seus gráficos de segunda e gameplay bugada e desinteressante.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Análise: Toy Story 4





Olha só! Uma postagem sobre uma produção saída a pouco tempo dos cinemas. Apenas se passou mais de um mês já.

Um padrão bem acima da média se observar que sou eu que estamos falando.

Não pretendo jogar conversa fora dessa vez, vou falar logo sobre Toy Story 4! O quarto filme de uma das minhas franquias favoritas de animação.

Obs: Vai ter spoilers!

terça-feira, 2 de julho de 2019

Vamos navegar em Sonic CD



Finalmente é chegada a hora de falar sobre Sonic CD.

Foi um bom tempo desde o último artigo, não?

Eu não sei nem por que eu estou fazendo essa pergunta.

O último artigo foi a tanto tempo que o Sonic Team Racing foi lançado, o trailer do filme do Sonic saiu e todo mundo já pensou em todas as piada que poderiam ser feitas, só deve tar restando uns três moradores de rua que ainda não viram Ultimato, o Detetive Pikachu estreou também...

Fazer essa pergunta com certeza já deve ser a atitude mais estúpida que eu fiz nesse artigo.

sábado, 30 de março de 2019

A Primeira Experiência com... Sonic X: 1° Episódio






Mais de 2 meses sem Sonic nesse blog, isso não estava certo e não me agradava.

Cadê os artigos do Sonic? Você esqueceu do grande ouriço azul hiper veloz capaz de dar  a volta ao mundo em 80 segundos? Eu dizia para mim mesmo.

Na verdade não. Mas eu devo ter pensado nisso umas três vezes nesse período.

Mas mesmo assim eu optei fazer 2 artigos seguidos sobre Sonic, esse aqui e outro sobre um jogo bem conhecido que não revelarei qual é.

Isso também se deve ao fato dos dois artigos mais visitados do blog serem Sonic 1 e 2 (principalmente o 2), então é isso.

Sonic rules!

sexta-feira, 1 de março de 2019

O Primeiro Top X: Os 10 Melhores Filmes de Animação da Disney [até o momento]




Fim do hiato que já dura três semanas! 


Ninguém se importou, mas mesmo assim estou mencionando.

Vou aproveitar esse momento para mencionar que um dos meus artigos está comemorando mais de 70 visualizações. Quem diria que isso um dia aconteceria?

Isso parece um número vergonhoso e bem... é um número vergonhoso, mas para alguém cujo blog foi criado à menos de 6 meses em uma época em que blogs pararam de ter destaque, isso não parece ser tão ruim.

Quem estou enganando? Isso é uma tragédia.

Então comecei a pensar em algo que estaria faltando em meu blog, pensei e pensei... e cheguei a uma conclusão absurda.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Bob Esponja: Uma Leve Olhada na Série





Esse vai ser o terceiro artigo que não aborda um jogo eletrônico seguido (Jogador N° 1 é um filme, não importa o assunto abordado).


Foi sempre minha intenção desda criação desse blog, que meus artigos abordassem outros assuntos além dos jogos. 


Já pretendo deixar claro que isso não é uma crítica como a dos outros artigos.


Pretendo dar minha opinião e críticas como já é de costume, mas eu devo ser sincero e dizer sobre minha relação com o desenho do Bob Esponja.


Eu não vejo o desenho desde à 8° temporada e nem sequer vi essa temporada por completo. Eu não conheço nada da 9°, 10° e 11° temporadas do desenho


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Vamos navegar em Jogador Nº 1 (parte 2)





Agora é o momento em que "todas" as dúvidas sobre esse filme serão respondidas, não apenas isso, como saberemos o que aconteceu com Wade depois da última cena do artigo  anterior, e quais serão os problemas que virão a surgir.

É muito importante que você tenha lido a parte 1 desse filme para compreender esse artigo, então se não leu, é melhor ler agora, enquanto a experiência não foi completamente arruinada.

Aqui um link, para o primeiro artigo: Jogador N°1 (parte 1)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Vamos navegar em Jogador N° 1 (parte 1)



O primeiro filme do blog, quem diria que o dia em que eu decidiria finalmente avaliar um filme chegaria algum dia, não é mesmo?

E também, quem diria que o filme seria Jogador N° 1? Um filme sobre jovens jogadores de um jogo online de realidade virtual?

É absurdamente inimaginável, que eu, alguém cujo blog conta com a maioria dos seus artigos abordando jogos, fale sobre um filme de jovens jogando um jogo.

Isso faz tanta lógica quanto dizer que a Lua não é feita de queijo ou que não faça sentido algum ter água em baixo do mar no desenho do Bob Esponja.

Eu assisti a Jogador N° 1 na semana passada, eu ouvi alguém cuja opinião eu respeito falar brevemente sobre o filme e acabei lembrando da existência do mesmo.

A opinião dessa pessoa me fez ter curiosidade sobre como era o filme, e como eu não tinha nada melhor para ver, eu decidi vê-lo com os meus próprios olhos, para ter minha própria opinião sobre ele.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Vamos navegar em Top Gear (snes)



Esse artigo era pra ter sido sobre o Final Fantasy 7, infelizmente vai ter que ser deixado para depois.

Sabe aquelas vezes que sua mente da um breu total quando você quer escrever sobre algum assunto e você não consegue pensar em absolutamente nada? Bem... Final Fantasy 7 foi um desses casos.

Então pensei em algo que eu considerei que seria mais fácil para mim.

TOP GEAR!!!!

O jogo de corrida mais famoso do Super Nintendo aqui no Brasil.

Se você perguntar para qualquer jogador brasileiro que tenha tido um Super Nintendo nos anos 90, qual foi o melhor jogo de corrida daquela época. As chances da resposta ser Top Gear são enormes.

Mas por que Top Gear é um jogo tão famoso e amado aqui no Brasil? O que ele teria de especial para ter se destacado tanto?

Eu sei a resposta e pretendo falar sobre ela nesse artigo.

Antes de começar devo falar da grande inspiração de Top Gear: 

O jogo Lotus Spirit Charge Turbo de 1990.

Ele é um jogo do console Amiga. Console esse que quase ninguém conhece.

A questão é que o Lotus Spirit Charge Turbo tem basicamente tudo que você vai encontrar em Top Gear.

Ele tem controles fáceis de se acostumar, tem as paradas para o Pit Stop, o estilo visual parecido(que é umas 3X mais bonito do que o de Top Gear), os 20 competidores...

Basicamente ele é quase idêntico a Top Gear, ele só não tem a nitro e a trilha sonora tão memorável.

O que é estranho, já que a trilha sonora de Top Gear não foi apenas baseada na de Lotus Spirit Charge Turbo, como Top Gear até chegou a utilizar certas músicas do jogo também.

Clique nesses links: aqui e aqui para ouvir essas músicas no Lotus Spirit Charge Turbo, e clique nesses aqui e aqui para ouvir as músicas no Top Gear. Depois me digam se elas são ou não são as mesmas músicas.

A razão de eu não gostar tanto das músicas em Charge Turbo é tanto por causa das outras músicas de Top Gear serem bem melhores e inspiradoras em comparação às outras em Lotus Spirit, e pelas próprias músicas acima estarem bem melhores no Top Gear.


É Só Vencer

Observem um ótimo exemplo de tradução brasileira.
Obs: Ignorem a mensagem de segundo lugar, eu não sou o tipo de pessoa que chega em segundo em Top Gear, deve ter sido um bug do jogo.

Vim dizer que Top Gear não tem história. É só ganhar as corridas por várias regiões do mundo.

Você terá que correr com mais 19 competidores em oito regiões ao longo do globo, e elas são: Estados Unidos, América do Sul, Japão, Alemanha, Escandinávia, França, Itália, e o Reino Unido.

Tudo para se tornar o grande campeão mundial.

É basicamente como todo jogo de corrida existente, não tem muto mais além disso.

É de um jogo de corrida que estamos falando, e desde quando jogos de corrida tem uma boa história?

Eu particularmente não conheço nenhum.


É dada à... MENU???!!!


Caso se importe com curiosidades não muito relevantes.
A imagem de fundo do menu é do Grande Prêmio Detroit de 1988.


Porque estou falando do menu, ao invés de falar das corridas em si logo?

Eu irei falar sobre a gameplay do jogo a partir do menu para não ter confusão alguma na explicação, e além do mais, decisões importantes já se encontram logo no menu (desculpa para fazer o artigo ser grande).

E digamos que TALVEZ eu tenha decido ignorar o menu uma vez e eu meio que tenha me dado muito mal na corrida.

(Ainda observando esse cenário do talvez.)

Eu TALVEZ nunca havia jogado com a marcha manual e não sabia que precisava ficar apertando um botão específico para muda-lá, podendo assim, aumentar o limite máximo da velocidade do carro.

E TALVEZ também, depois disso, eu nunca mais tenha ignorado o menu de Top Gear.


Opção: Jogador

Na opção jogador você decide quantos jogadores podem jogar(1 ou 2) apertando para o lado. Apertando o botão de confirmar, você irá decidir o nome do seu corredor, as marchas manual ou automática (escolha TALVEZ mais underrated do jogo), os quatro tipos de configurações do controle e o tipo de carro a ser escolhido. 

Não explicarei o nome do corredor, porque é óbvio o que isso é.


Marchas
Nas marchas tem duas opções muito importantes:

Marcha Manual: Tem que apertar um botão específico para mudar a marcha do carro, e assim, alterar o limite máximo de velocidade do carro.

Marcha Automática: A velocidade máxima do carro, só depende do quanto você vai apertar o botão de acelerar.


Configurações do controle
Nas configurações do controle haverá quatro opções de como você deseja que as funções dos botões do controle sejam.

Opções: A, B, C e D.

Digamos que na opção A o botão de acelerar seja o X, na opção B o botão de acelerar pode ser o B por exemplo. Já na opção C o botão de acelerar pode ser o mesmo da opção B, mas o botão de nitro pode ser diferente.

O jogo não permite que você decida qual função vai ter cada botão, mas ele oferece quatro opções de como será os controles gerais do carro, dizendo também qual é a função de cada botão em cada uma das escolhas.


Percebam mais uma vez, a "gloriosa" tradução brasileira fazendo mais um "excelente" trabalho, tem até uma palavra que sumiu nessa imagem. Alguém poderia me dizer onde está o freio?

Escolha dos carros
Nas escolhas dos carros você terá quatro opções:

Sidewinder: Ele é o queridinho dos jogadores, por consumir menos gasolina entre os quatro carros. Ele é branco, consome pouca gasolina e só pode chegar à 210 Km/h.

Weasel: O meu carro preferido (A velocidade do branco não me agrada). Ele consome uma quantidade moderada de gasolina, é azul, e pode chegar à 220 Km/h. 

Razor: O carro que a máquina do jogo mais me castigou. Ele é praticamente igual ao azul, só que ao invés de ser azul, ele é roxo.

Cannibal: Máquina de consumir gasolina ambulante. É o carro para quem curte velocidade. Ele é vermelho, consome até a sua alma e pode chegar à incríveis 235 Km/h.

Sujeito qualquer: Finalmente! Agora ele irá falar das corridas.

Eu: Agora a opção level.

Sujeito qualquer: Isso não é possível, ele tá levando uma eternidade para falar do menu!


Opção level:



Top Gear tem três dificuldades:

Amador: Fácil
Professional: Médio
Campeonato: Difícil

As mudanças nas escolhas de dificuldade influenciam na velocidade dos seus concorrentes.

Na dificuldade "Campeonato", ocorrem mudanças em trechos das corridas também, colocando barreiras e pedras no meio das pistas, prejudicando o seu desempenho.

Malditas barreiras!

Opção Naciona:

Ohhhhh, essa tradução.


Na opção na... na-cio-na, o jogador escolhe qual região quer correr das 8 e após selecionada a região, o jogador usa o código dado pelo jogo para ir na região escolhida.

Esses códigos variam, dependendo da dificuldade escolhida, então nem pense em jogar no fácil até chegar no Reino Unido, para depois colocar no difícil, apenas para depois dizer que virou Top Gear no hard. Isso não vai funcionar.

Eu sei disso porque um amigo que não sou eu, tentou fazer isso.

Ou você pode selecionar o Reino Unido e colocar "valhalla" que você poderá jogar em qualquer região na dificuldade que você quiser. Isso também funciona.


Opção KPH/ MPH:


Essa sim, é a maior e mais importante opção do jogo.

Pressione essa opção e ao invés de ser mostrada a velocidade do carro em quilômetros por hora, será mostrada a velocidade do carro em milhas por hora.

Todos devem estar se perguntando a importância dessa escolha, possivelmente, podem estar até achando que é mais uma ironia minha, mas acreditem essa é pra valer.

Vocês não imaginam o efeito no psicológico que essa decisão acarreta.

Estando na velocidade máxima em KPH, você se impressiona com esses números e pensa que esta numa velocidade absurda.

Mas na velocidade máxima em MPH, a sensação já é diferente, você não sente tanta velocidade assim, mesmo usando o mesmo carro, mesmo acelerando o carro até o máximo possível, aquela satisfação de ser super rápido não vem.

Vocês acham que o povo europeu é mais civilizado no trânsito porque eles são mais educados? HAHAHAHAHAHA. Não me façam rir. É porque eles usam o MPH e não o KPH.

Quando eles tentam chegar numa velocidade alta, eles veem aqueles números pequenos e ridículos apontando a velocidade de seus carros e acabam ficando deprimidos. Eles reduzem porque perderam a esperança de sentir alguma satisfação.

Mas os motoristas com carros que mostram a velocidade em KPH, HA! Esses não tem limite. Eles veem aqueles números absurdos no velocímetro e pensam em querer ir cada vez mais rápido.

200 Km/h?

É pouco pra essa gente.

Elas não possuem limite algum, 500 Km/h, 1000 Km/h, 1000000 Km/h. Não importa. Essas pessoas só buscam o prazer em correr desenfreadamente ao longo das estradas, ignorando tudo o que vier pela frente.

Se querem que o trânsito melhore, só à uma solução:

Trocar os velocímetros KPH, por velocímetros MPH.

Só assim, o trânsito será seguro para todos.

Sim, eu gastei um tempão com essa história retardada e sem noção, apenas para enrolar.


Opção Jogar:



Escolhendo essa opção, o jogo finalmente começa. Mas sem antes te dar algumas informações sobre a pista da primeira corrida.

As informações sobre as pistas não são muito relevantes e provavelmente só servem para o jogador se entreter com algo, enquanto o jogo carrega a corrida, isso porque, o jogo sabe fazer você entender como são as pistas, enquanto você corre nelas de uma maneira natural e sem gerar dificuldade alguma.

Essas informações só seriam úteis se você pudesse escolher em qual pista iria correr, nesse caso, as informações das pistas seriam úteis, pois elas seriam importantes para entender as escolhas que o jogo estaria fornecendo.

Após terminar cada corrida, o jogo mostrará os pontos adquiridos por você e seus competidores.

Essa informação é útil para entender a sua situação em relação aos outros competidores.

Mas se você for igual a mim, que sempre chega em primeiro colocado em todas as corridas, não importando a dificuldade. Já pode ir ignorando essas informações, elas são apenas para pessoas que chegam em segundo lugar ou menos.


É finalmente dada à largada




Como já devo ter deixado claro, Top Gear é um jogo de corrida, logo seu objetivo é só vencer seu rivais e chegar em primeiro lugar.

São 32 circuitos ao todo, 4 em cada um dos 8 torneios que são realizados nas várias regiões do mundo. Você precisará acumular pontos necessários para conseguir chegar em pelo menos 3º colocado em cada uma desses torneios para ganhar o jogo.

Não tem necessidade de chegar em primeiro, apenas chegue em terceiro nos torneios que tu consegue, isso é claro, se você ficar satisfeito completando o jogo apenas.

Os controles são absurdamente simples e fáceis de se acostumar, o único problema deles é que eles podem ser um pouco escorregadios e soltos, mas nada que atrapalhe muito o jogo.

O único elemento não muito comum seria a nitro, mas isso já é algo comum hoje em dia e todos nós já conhecemos como isso funciona.

Mas raios! Eu ainda irei dizer. Para acionar a nitro, você precisa apertar um botão para acelerar temporariamente a velocidade de seu carro por um tempo, aumentando consideravelmente suas chances de bater.

Top Gear possui as paradas para os pit Stops nos circuitos mais extensos. Quando o medidor de gasolina estiver baixo, o jogo irá dar um aviso que você precisa parar para se abastecer, e quando chegar próximo de um, o jogo lhe dará um outro aviso dizendo em qual direção da pista o Pit está.

Você entra no pit stop e sua barra de gasolina vai se recuperando gradualmente, até você decidir sair, ou até a barra se encher totalmente.


As pistas:

Os circuitos de Top Gear tem basicamente seis formatos que podem ser resumidos desse jeito:

Circuito curto com curvas fáceis;
Circuito curto com curvas difíceis;
Circuito moderado com curvas fáceis;
Circuito moderado com curvas difíceis;
Circuito longo com curvas fáceis;
Circuito longo com curvas difíceis;

Tem algumas variações menores, mas esse é o formato geral dos circuitos.

Nos curtos não existem paradas para o pit stop, por outro lado, nos médios e longos os pits são presentes, mas nos médios você provavelmente só terá de usar uma vez e nos longos talvez duas,o uso pode variar dependendo do carro que você usa.

Por exemplo o carro branco não precisa ir no pit no último circuito dos Estados Unidos, mas os outros carros precisarão ir pelo menos uma vez.

Existem vários outros exemplos desse tipo de circuito ao longo do jogo.

Agora vou falar sobre um problemas de Top Gear, que pode ser desagradável para um iniciante.

Nos Estados Unidos as pistas são bem organizadas.

O primeiro circuito é pequeno, rápido e só apresenta uma curva um pouquinho complicada, mas nem tanto assim.

O segundo e o terceiro já são mais longos e até tem alguns desafios próprios, o segundo tem um trecho com pedras na estrada e o terceiro tem momentos em que a pista fica com menos espaço para os carros poderem correr.

O quarto circuito(San Francisco) é o primeiro circuito do jogo a ter um pit stop e barreiras.

O jogo evolui muito bem sua dificuldade no primeiro torneio, ele vai acrescentando mais desafios de maneira gradual e bem, mas depois o negócio dificulta ridiculamente no primeiro circuito da América do Sul.

Você pensaria num circuito que pelo menos não seria muito mais complicado que o último ocorrido nos Estados Unidos, certo?

Errado.

O circuito no Rio de Janeiro não é só muito mais difícil que qualquer um dos Estados Unidos, como até o primeiro circuito no Japão e na Alemanha são mais fáceis que esse circuito.

Ela é uma corrida muito longa, tem várias trechos complicados, pedras em alguns trechos da pista e você ainda precisava ir no pit stop pelo menos duas vezes.

É quase cruel o salto de dificuldade nesse circuito, não é a toa que muitas pessoas falem que Top Gear realmente começa na América do Sul, o primeiro circuito dessa região é um monstro aterrorizante para um completo iniciante que não tenha experiência com jogos de corrida.

O mais absurdo é que ele é o circuito mais difícil do Brasil.

O segundo e o terceiro já possuem uma dificuldade mais moderada e apenas no quarto circuito a dificuldade volta a ser alta, e mesmo assim, tal corrida ainda é mais fácil que o circuito do Rio.


A maldita corrida no Rio.


A partir da América do Sul, se percebe um outro problema no jogo.

A dificuldade fica estagnada.

O jogo fica com a dificuldade tão estagnada nos torneios no jogo inteiro que eu sinceramente não sentia nenhuma evolução na dificuldade nos torneios a partir da América do Sul, você sente que todas as outras regiões possuem uma dificuldade parecida com a dessa região, nem o Reino Unido que é onde ocorre o último torneio, gera alguma sensação de aumento no desafio.

Isso auxilia muito ao jogo ficar enjoativo, porque você não vai encontrar um desafio maior no decorrer do jogo, depois do segundo torneio, Top Gear já mostrou tudo que os seus circuitos podiam oferecer em relação ao desafio.

Isso sem contar o fato que o jogo começa a ficar consideravelmente repetitivo depois de um tempo e a sensação de estar fazendo o mesmo realmente começa a ficar forte depois que você chega na metade do jogo.

Mas isso não significa que o jogo fica ruim, os circuitos ainda são divertidos, disputados e eletrizantes do inicio ao fim do jogo, e devemos lembrar que a cada torneio completado você pode usar o password que o jogo lhe da para continuar o jogo depois, quando se cansar de jogar.

Em nenhum momento o jogo irá criar desafios injustos ou te ferrar de uma maneira que não possa ser evitada, ele é bastante desafiador, mas de uma maneira justa e que não se torna de forma alguma, uma dor de cabeça pelos motivos errados.


Simples, mas não é feio



O visual de Top Gear não é o que eu chamaria de charmoso, sendo sincero, o visual de Top Gear era muito simples e ultrapassado até mesmo em sua época.

Havia vários jogos de corrida mais bonitos que saíram no mesmo ano ou até antes.

Entretanto, ele de forma alguma é um jogo feio. Top Gear mesmo apresentando um visual ultrapassado e simples, ele ainda era bem feito e agradável de se ver.

Descontando certas coisas que apareciam ao lado da estrada como algumas placas e outros objetos, porque havia sprites em Top Gear que eu nunca consegui entender o que supostamente aquilo deveria ser, mesmo colocando minha imaginação para funcionar.

Mas tirando esses detalhes, o visual cumpria bem sua função.

O ambiente das fases podem parecer repetitivos depois de um tempo, a maioria é um campo verde, só tendo umas mudanças não muito relevantes no background.

Havia algumas mudanças legais, como a Torre de Pisa em Pisa, o Big Bang em Londres.

Mas elas ainda davam uma sensação de ser parecidas demais.

Por terem um visual mais único em relação ao que se vê nos outros torneios. 

As regiões com os melhores visuais para mim foram os Estados Unidos, por ter cenários bem diversos entre si, o japão pelos elementos do povo da região terem sido mais presentes se comparado ao das outras regiões, e o da Escandinávia por ser o único lugar com neve.


Eu gosto da Escandinávia principalmente por causa da neve

O melhor elemento no visual de Top Gear com certeza eram as corridas noturnas ou com mudança noite/dia. 

As corridas noturnas tornavam o ambiente das corridas muito melhor, ver o seu carro com o farol acesso iluminando a pista no meio da noite era algo diferente e único naquela época.

Ficava ainda melhor quando era uma fase que começava no escuro e clareava depois de um tempo. Isso era o cúmulo do incrível, parecia que o tempo no jogo realmente ia mudando no decorrer da corrida.

A própria imagem do circuito noturno acima, é do circuito, Hiroshima do Japão, em que essa mudança de noite/dia ocorre.

Vejam outra imagem só que agora de dia:



Percebam que o background também sofreu mudanças quando amanheceu.

Infelizmente, circuitos com esse elemento de noite/dia eram poucos no jogo, e mesmo os circuitos noturnos não tem uma participação tão grande assim.

Imagens "curiosas" dos mapas dos circuitos:


O Cacto: Quando eu via esse cacto na infância eu imaginava uma espinha enorme nele, hoje a minha imaginação vê outra coisa nesse cacto (͡° ͜ʖ ͡°).
A Bota: Eu ficava imaginando como o pé do cara que usa essa bota deveria ser fino e distorcido para caber nisso. Talvez seja de um palhaço.
Luva fã #1:Sabe aquelas luvas gigantes de fã #1 escrito nelas? Eu imaginava elas vendo essa fase.
Isso eu creio ser melhor não dizer nada.


Principal razão das pessoas amarem o jogo



Eu disse que ia dizer o principal motivo das pessoas amarem esse jogo, não disse?

Alguém fala: Como as pessoas podem amar um jogo, só porque gostam da música?

Porque a música é extremamente boa, é óbvio! Top Gear tem uma das melhores trilhas que eu já ouvi de um jogo de corrida, e olha que as músicas se repetem de torneio em torneio.

Elas são músicas instrumentadas que conseguem captar o que uma corrida deveria representar e fornecem ao jogador algo emocionante e frenético, exatamente o que uma corrida representa.

É por isso que as músicas de Top Gear são tão boas e difíceis de enjoar, mesmo quando você já as ouviu centenas de vezes, elas combinam perfeitamente com as corridas.

Os efeitos das batidas e do motor do carro também são ótimos e fazem um bom trabalho.

As batidas tem o som que você esperaria de uma batida, e você sente a diferença que o som de bater numa placa e o de bater em um carro possuem.

Os motores só melhoram a interação do jogador com o jogo, e como se fosse um carro de verdade.


Conclusão


Eu não considero Top Gear o jogo memorável e épico que muitas pessoas defendem aos montes na internet, mas ainda o considero um bom jogo e tenho muito carinho por ele. 

Ele foi um jogo que me animou bastante na minha infância e que conseguiu me alegrar em vários dias daqueles tempos.

Entretanto, não devo deixar isso influenciar minha avaliação. Top Gear apresenta muitas falhas desagradáveis para receber os 10 e 9 que muitos dão para ele.

Ele não tem problemas que podem ser ignorados apenas pela trilha sonora e as corridas frenéticas.

Problemas como a repetitividade e a falta de evolução do desafio, estragam bastante a experiência do jogo, mesmo que muitos ignorem para manter as boas memórias que tinham dele.

Eu gostaria de dizer que Top Gear é um jogão que não recebeu o respeito que merecia do mundo, mas Top Gear não é um desses casos, infelizmente.

Pontos Positivos:

- Trilha sonora fantástica.

- Corridas Frenéticas e emocionantes.

- Controles fáceis de se acostumar.

- As corridas noturnas e de mudança noite/dia tem um ótimo ambiente.

- O desafio do jogo é bom e  justo.



Pontos Negativos:

- As corridas são muito repetitivas depois de um tempo.

- O visual das fases não são muito variados.

- Visual ultrapassado.

- Aumento de dificuldade brutal do circuito de San Francisco para o do Rio de Janeiro.

- O desafio do jogo não evolui ao longo do jogo, fica estagnado na América do Sul.


Nota Final: 7.4